Fotografando os organismos vivos mais velhos da terra

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Nós geralmente comparamos a expectativa de vida de outros seres baseado no tempo de vida que uma pessoa tem. É cada vez mais comum uma pessoa passar dos 100 anos, mas pensar que um ser vivo pode passar dos 1.000, 2.000, até 7 mil anos de vida chega a ser impensável.

criaturas milenares spruce

Spruce Gran Picea (9.550 anos – Parque Nacional de Fulufjället, Suécia)

 

A fotógrafa Rachel Sussman passou os últimos 10 anos trabalhando ao lado de biólogos para registrar alguns organismos que estão por aí há milênios. Em sua viagem, ela esteve em lugares inóspitos como a Antártida e o deserto de Mojave. Rachel fotografou florestas, árvores, musgos e outros. A regra para sua busca era que o ser vivo precisava ter no mínimo 2 mil anos de vida.

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Musgo Antártico (5.500 anos – Ilha Elefante, Antártida)

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Welwitschia Mirabilis (2.000 anos – Deserto do Namibe-Naukluft, Namíbia)

 

A longevidade destas espécies está diretamente ligada ao ecossistema onde estes seres vivem, por isso a fotógrafa tem medo que as atuais mudanças climáticas e a ação humana possam estar ameaçando as espécies retratadas por ela.

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Floresta subterrânea (destruída/tinha 3 mil anos – Pretória, África do Sul)

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La Llareta (mais de 3 mil anos – Deserto do Atacama, Chile)

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Jōmon Sugi, cedro japonês (2.180 a 7 mil anos – Yakushima, Japão)

 

Agora sua pesquisa está sendo transformada em um livro, intitulado The Oldest Living Things in the World, onde foram reunidos 124 fotografias, 30 ensaios e infográficos. O lançamento será feito no Dia da Terra (22 de abril).

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Fonte: Colossal

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