Nossos relacionamentos digitais são seguros?–Trailer de Trust

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

trust imagemSe existe um tema que considero muito complicado é como lidar com filhos X Internet. Adolescentes já viviam crises de privacidade com seus pais muito antes da rede complicar ainda mais as coisas com tantas redes sociais e salas de bate papo.

 

Atualmente acreditamos que tudo em nossas vidas e na vida de todo mundo está exposto em redes como Orkut e Facebook. Se conhecemos alguém digitalmente e aquela pessoa nos passa um link para um perfil, imediatamente (salvo quando é claramente a foto de uma celebridade) passamos a ver aquela quem está na foto como a pessoa que conhecemos.

 

Mesmo que meu perfil, ou o seu, tenha muitas fotografias e informações reais isso não quer dizer que tudo que lemos nas páginas dos outros seja verdade e aí é que vem o problema. Se para adultos é difícil separar o que é verdade do que está ali apenas para criar uma ilusão imagine para crianças e adolescentes, que muitas vezes são enganados com mais facilidade.

 

trust_fotoÉ deste tipo de pavor para os pais que trata o filme Trust (confiança em português), dirigido por David Schwimmer (conhecido por seu papel na série Friends). Nele Annie, uma garota com 14 anos de idade, conhece um rapaz na Internet e eles se tornam bastante próximos. Quando ele conquista sua confiança os dois marcam de se encontrarem pessoalmente. É quando Annie descobre que se trata de uma pessoa muito mais velha que acaba a seduzindo.

 

Quando os pais descobrem o que aconteceu a família e a própria garota desmoronam e resta saber o que o personagem interpretado por Clive Owen irá fazer. Confira o trailer do filme abaixo.

 

 

O filme trata de um problema bastante real, pois não são apenas as crianças que podem cair neste tipo de artimanha. No caso dos adolescentes existe ainda um problema maior, como lidar com isso e manter a privacidade do filho(a). Controlar tudo que eles fazem na net não é uma alternativa muito boa pois existem diversas maneiras de burlar controles parentais, além do que autonomia e privacidade são necessários para o desenvolvimento de cada um. Proibir certos sites só atiçarão a curiosidade do menor, que acabará sendo uma vítima mais fácil para este tipo de armadilha.

 

No fim das contas o melhor caminho parece ser mesmo o do título do filme, a confiança. O diálogo com o filho pode abrir uma porta para que este tipo de ameaça possa ser identificada. O próprio filme pode se mostrar bastante educativo para este problema. E acima de tudo muito cuidado com que pessoa você escolhe para dar a sua confiança.

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