Festival de Verão 2011 – Dia 4

domingo, 6 de fevereiro de 2011

festival 2011É o último dia de festa com o camarote Pepsi no Festival e apesar do cansaço já bate aquela ponta de saudade.

 

A noite começou com uma banda que desperta o amor e o ódio de muitas pessoas, Restart. Confesso que só conhecia os caras de umas duas baladinhas românticas e pelos vídeos “coloridos”, mas ao ver o show percebi que existem outras músicas com uma pegada mais rock e que talvez por baixo de toda aquela produção exista uma banda bem melhor do que muitos vêem.

festival de verao 2011 restart

Na frente do palco as fãs estavam enlouquecidas, gritando e chorando pelos garotos que se apresentavam no palco. Os integrantes da Restart pareciam muito felizes em participar do Festival e não decepcionaram.

Em seguida foi a atração internacional Jason Mraz. A frente do palco estava lotadíssima pois todos queriam ver a primeira performance do cantor em Salvador. Uma das primeiras coisas que percebi foi como a iluminação utilizada para o show do cantor era bem feita. Efeitos de luz e projeções delicadas foram uma atração a  parte.

 

O norte americano fez uma apresentação muito boa, com canções de toda sua carreira e participações mais que especiais, como a de sua noiva Tristan Prettyman e do compositor brasileiro Milton Nascimento, com quem cantou "Simplesmente Tudo". Ele falou português muito bem e foi uma simpatia. Em certo momento ele pediu para uma fã subir ao palco para dançar com ele, mostrando muito bom humor. Outro ponto alto da apresentação foram as composições românticas, excelentes para aqueles que estavam bem acompanhados.

Na Concha Acústica tive uma grata surpresa ao conhecer o trabalho de Monique Kessous, que faz MPB como poucos. A soprano carioca fez uma apresentação muito bem humorada, com músicas tão legais que pretendo conhecer mais sobre sua carreira. Infelizmente o volume da Casa do Samba estava alto demais, atrapalhando muito quando ela cantava alguma composição mais acústica. Em certos momentos ela tinha que tampar o ouvido para ouvir a própria voz.

 

Finalizado o show de Jason Mraz era vez de uma das atrações mais esperadas em qualquer Festival de Verão, o Chiclete com Banana.

Quando Bell diz que existe uma nação chicleteira a pessoa precisa ver para crer. Era um mar de gente que lotou o Palco 2011. A banda tocou músicas de todas as suas fases. É impressionante o número de sucessos que eles acumularam nestes 31 anos de carreira e como praticamente todos sabiam as letras.

É inegável que Bell Marques sabe muito bem o que está fazendo e a banda mesclou músicas muito agitadas como "Nana ê" e "Vumbora Amar", com composições mais românticas como "Não vou chorar". Foi um show inesquecível para aqueles que gostam da banda baiana.

 

Depois do show do Chiclete era vez do Jammil e uma Noites. Tuca mandou diversos hits da banda como "Praieiro" e "Milla", mas para mim era hora de conferir outros palcos do Festival.

 

A Tenda eletrônica estava bem cheia apesar de já estar bastante tarde. A galera que curte o som dançava como se ainda estivéssemos no primeiro dia de festa. Na Arena Bradesco estava tocando uma versão de “Minha Mulher não Deixa não” com um trecho em versão death metal, com urros e tudo mais. Eu ri muito. Na Concha Acústica rolava o show com Ana Cañas, que fazia uma apresentação cheia de energia.

 

Perto da 4 da manhã subiu ao palco principal do Festival sua última atração, a banda Psirico.

 

Chegou ao fim mais um Festival de Verão e agora é esperar mais um ano pela versão 2012.

0 comentários:

Related Posts with Thumbnails

  © Free Blogger Templates Columnus by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP  

Google+