Susan Boyle e o preconceito

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A maior parte das pessoas que acompanham blogs e vídeos na Internet já sabem quem é Susan Boyle. Para quem ainda não a conhece ela é uma mulher de 47 anos que foi participante da terceira temporada do programa televisivo Britain's Got Talent. Antes que eu diga qualquer coisa assista o vídeo abaixo e preste atenção na letra da música.




A voz dela não é nada do que você espera. Na verdade ela parece uma pessoa que foi participar do Astros do SBT, mas basta que Susan comece a cantar para que sua opinião mude. O vídeo dela serve para nos lembrar que precisamos saber mais sobre as pessoas antes de começarmos a julgar.

Graças ao poder da Internet o caso de Susan já atravessou meio mundo e ela está em negociações para o lançamento de um disco próprio.Ela foi promovida a celebridade da noite para o dia, já tem uma biografia na Wikipédia (em inglês) e participou de diversos programas na Inglaterra e nos EUA. Uma gravação feita por ela da música Cry Me a River para um CD de caridade foi parar na net

Vamos ver quais os próximos passos de Susan Boyle. Espero que ela sirva de inspiração para muitas outras pessoas.

4 comentários:

Andre Luis Aquino 18 de abril de 2009 01:39  

Eu tinha que escrever algo sobre essa mulher que me fez chorar como há muito tempo não choro e esse texto não vai pro blog porque estou tão extasiado com ela que não quero por enquanto colocar nada lá, quero ficar olhando e ouvindo ela cantar o maior tempo que conseguir.Eu estava na sintonia da “Divina comédia”, mas sinto que vou ter que pegar um atalho só por hoje para “Os miseráveis” de Victor Hugo que, aliás, há muito tempo anda falando comigo.
Escrevo sobre Susan porque a quero como mais um dos verbetes da enciclopédia da minha alma, tudo que escrevo vem de dentro de mim e isso torna as palavras, os sentimentos e as pessoas parte da minha existência, o físico é ilusão, o pensamento que é o real. Susan parece ser a resposta a uma voz que há muito tempo clama dentro de mim , a mudança do mundo, a sensibilização dele torno-o um lugar menos hostil e mais feliz.
Eu me identifico com Susan porque eu já senti na carne o que é ser desprezado pela crueldade de outros seres humanos, porque sinto a realização plena do meu corpo ao ter superado meus complexos, eu tenho baixa estatura para um homem, e isso sempre foi motivo de chacota, até um dia, até o dia que eu percebi que aquelas pessoas eram cegas, elas não viam o que eu tinha de maior em mim e eu resolvi mostrar ao mundo o que é.Hoje todos os dias quando acordo me orgulho de quem sou.
Como Susan eu tinha preconceito comigo mesmo, uma amiga certa vez abriu meus olhos para isso, eu agradeço a ela por ter me fortalecido, acreditava no bullying que as pessoas adoram fazer com as outras, a humilhação é um prazer sádico inerente ao caráter humano, aprendi a rir das piadas que faziam comigo, fui aperfeiçoando minha percepção, aguçando meu olhar, aprofundando a minha sensibilidade.Assim a minha empatia se tornou um dom, assim como a expressão dos sentimentos mais íntimos.Aprendi com a vida e com a insensibilidade das pessoas a reconhecer o caráter de alguém apenas pela maneira dela olhar ou se dirigir a você.
Susan fez girar a minha vida e hoje é um dia especial para mim, se sorrateiras minhas futuras rugas, quase sempre frutos de preocupação excessiva ou de stress maligno, estiverem nesse momento nascendo em meu rosto elas não serão como as outras, estas são marcas da expressão do meu sorriso

Arthurius Maximus 18 de abril de 2009 09:16  

Exato. O que o pessoal do juri, do público e até nós mesmos, manifestamos ao ver a imagem "estranha" (por que é fora do padrão de beleza que enfiaram goela abaixo da gente) de Susan é uma mostra do que o preconceito é capaz e de como desperdiçamos oportunidades de conhecer pessoas com talentos surpreendentes se dermos ouvidos a essa estupidez.

Belo artigo camarada!

Isabel 18 de abril de 2009 14:25  

Achei que além de um tabefe na cara do preconceito, já que todos além de não esperarem nenhum talento, já se adiantaram em ser cruéis num clima de chacota, Susan Boyle trouxe originalidade ao palco de um programa televisivo, o que raramente acontece. Assim que ela começou a cantar imediatamente me lembrei de um musical antigo, com aquelas vozes grandiosas, emotivas que raramente ouvimos na atualidade. Tomara que consiga seu lugar no mercado e não seja apenas uma moda passageira. Independentemente de quem seja ela, sua voz merece.

freefun0616 3 de novembro de 2009 10:49  

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