Fatos interessantes sobre a páscoa

sexta-feira, 10 de abril de 2009

É um dos meus feriados favoritos, não é depressivo, não preciso comprar 300 presentes, dá para descansar e viajar sem maiores obrigações familiares. Ainda por cima, me intoxico com uma tonelada de ovos de chocolate (já comprei 2 só para mim este ano). Aí vão alguns dados interessantes ou curiosos que encontrei sobre o tema:

Ovos

O ovo aparece em muitas tradições antigas como um símbolo da vida, ou do início dela. Civilizações não cristãs utilizaram o ovo, inclusive decorado para comemorar o equinócio da Primavera e a Vida. O cristianismo absorveu e adaptou a tradição, mesclando-a com seus rituais. A prática de decorar os ovos pode ser traçada desde os antigos cristãos da Grécia e Síria, que trocavam os ovos tingidos de vermelho carmim para representar o sangue de Cristo. Na Inglaterra, durante a Idade Média, o rei Eduardo I tinha o hábito de banhar ovos em ouro e oferecer de presente durante a Páscoa a amigos e aliados. No século XVIII, os franceses começaram a fazer ovos de chocolate.

Sexta feira santa da pipa

De acordo com lendas, um antigo professor nas Bermudas precisava de uma maneira simples mas efetiva de demonstrar a ascensão de Cristo ao Paraíso, e usou uma pipa decorada com a imagem de Jesus para ilustrar o conceito aos seus alunos. Como resultado, na Sexta Feira Santa as pipas são uma tradição na ilha.

Queima do Judas

A tradição de alegria assume características um pouco menos compatíveis com o ideal cristão de compaixão e perdão nesta celebração em particular, mais comum na América Latina e Grécia, porém não tão popular nas demais nações cristãs do mundo. Aqui em Salvador já foi mais freqüente, mas ainda pode ser vista a queima do Judas em alguns bairros. O apóstolo traidor (ou pelo menos um boneco representativo) é enforcado, às vezes espancado a pauladas e então queimado ou explodido com fogos de artifício. É a festa da criançada, eufórica pelo faz de conta de um linchamentozinho.

Ovos Fabergé

Os ovos que acabaram sendo símbolo de raridade e grande valor tiveram sua origem na Rússia, em 1885. O Czar Alexandre III procurava por um presente de Páscoa e aniversário para sua esposa, entrando em contato com o joalheiro Peter Carl Fabergé para confeccioná-lo. Foi feito então um ovo folheado a ouro que se abria, revelando uma gema dourada, contendo uma pequena galinha de ouro com olhos de rubi. Assim começou uma tradição anual de detalhados e elaborados ovos, cada um único e com uma surpresa. O último foi produzido em 1917, quando a monarquia russa encontrou seu fim.

O coelho

Explicações para a figura pitoresca do coelhinho geralmente estão ligadas ao antigo festival anglo-saxão da Deusa da primavera, Eostre, cujo símbolo era um coelho, ligado à fertilidade.
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães por volta de 1700. Osterhase, o coelho traria ovos coloridos na Páscoa para as crianças, escondendo para que elas encontrassem depois.

Páscoa na Etiópia

Os cristãos ortodoxos na Etiópia celebram a Páscoa de uma a duas semanas após a igreja ocidental, sendo que às vezes as datas coincidem. A Fasika (Páscoa) tem oito dias de jejum de carne e laticínios. Na noite de Páscoa os cristãos participam de uma missa que leva horas, acabando por volta das 3 horas da manhã, e após esse ritual quebram o jejum e celebram o Cristo ressucitado.

A bruxa da páscoa

Na Suécia e partes da Finlândia, um mini Halloween acontece na quinta ou sábado antes da Páscoa. Garotinhas se vestem de bruxa, com trapos e roupas velhas e vão de porta em porta pedir doces. A Páscoa temática de Halloween poderia se espalhar por aqui também, coelhos zumbis, ovos com surpresinhas em formato de dedos decepados, olhos arrancados...

Fonte: Time, Wikipédia

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