Mulheres matam os próprios bebês para acabar com guerra

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Guerras tribais acontecem há muito tempo em Papua, Nova Guiné. Um destes conflitos começou em 1986 por causa de acusações de bruxaria.

A vida das mulheres das tribos se tornou muito difícil, pois além da morte de entes queridos elas precisam arrumar comida, abrigo e realizar outras tarefas do dia a dia.

Desesperadas pelo fim dos conflitos mulheres de diferentes tribos acharam uma maneira extrema de atingir seus objetivos. Matar os bebês do sexo masculino e assim diminuir as frentes de batalha. Não se sabe quantos foram mortos, mas foi o suficiente para que uma trégua de três dias fosse estabelecida com o objetivo de se atingir uma reconciliação.

O Exército da Salvação está trabalhando com várias tribos com o objetivo de trazer a paz aos grupos tribais. Um de seus representantes afirma que "a situação mostra a extrema frustração que as mulheres tem com os homens desta área."

Muitas pessoas podem achar um absurdo e desumano a atitude das mulheres destas tribos, mas precisamos lembrar que na cultura delas talvez isso não seja tão bizarro assim.

Fonte: News.com.au

3 comentários:

Isabel 2 de dezembro de 2008 18:38  

De uma maneira muito bizarra, faz todo o sentido a atitude delas. É uma lógica cruel, extremamente brutal, mas será que a realidade que as cerca não é exatamente assim?
Difícil julgar...

Dmitry 4 de dezembro de 2008 10:27  

Na verdade não temos como julgar porque não estamos lá para saber o sofrimento que estes conflitos estão trazendo e porque não pertencemos a cultura delas, portanto não sabemos o quanto isso é errado para elas.

Anônimo 6 de dezembro de 2008 16:59  

No fundo que diferença faz matar um bebe masculino ou ele ser morto quando adulto?
Tecnicamente, é a mesma coisa...

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